Como investir meu Dinheiro para ter uma aposentadoria e vida tranquila?


Como investir R$ 4 milhões - Tenho 55 anos, sou profissional liberal autônoma, tenho casa própria, filhos criados, uma vida tranquila. Consegui juntar um bom valor, algo entorno de 4 milhões de reais, minha contribuição na previdência publica ou privada é de valor baixo caso eu pare de trabalhar agora, o que é que você sugere para investir de forma que eu consiga viver descentemente até o final da vida?

Resposta de Mauro Halfeld

Prezado ouvinte, eu aumentaria a minha contribuição para o INSS. Apesar de todas as criticas o INSS é o plano mais completo que existe. Eu digo isso porque profissionais liberais não contam com uma proteção no caso invalides por doença ou por acidente, só o INSS é que vai  dar proteção. Quando ao seu capital de 4 milhões eu sugiro diversificar bastante, uma parte eu colocaria em fundos imobiliários conservadores eU teria ai pelo menos uns 10 fundos imobiliários diferentes com inquilinos sólidos. Uma outra parte eu colocaria em renda fixa, LCI, LCA ou Fundos DI ou até CDB de bancos de primeira linha, essas são as melhores opções enquanto a taxa SELIC esta subindo. No ano que vem, eu colocaria em Notas do Tesouro Nacional, lá no Tesouro Direto, é um excelente investimento a longo prazo, mas que nesse momento deve sofrer algumas perdas. Alem disso eu colocaria uma pequena parte do capital em Fundo Cambial, isso sim por que? Porque o Dolar é uma das poucas coisas que esta barato no Brasil. No curto prazo você não deve ganhar muito com isso mas de um momento pra outro Dolar vai voltar no seu valor justo. Como você é uma investidora de longo prazo você pode obter um ganho colocando uma pequena parte no Fundo Cambial. E por último, eu colocaria uma boa fatia em investimentos concretos, eu deixaria então uma parte para comprar pequenos apartamentos para locação, quitinetes, ou então pequenas salas comerciais, também pra locação.

Fonte: CBN Dinheiro

Investidor conservador deve fugir dos papeis mais longos do Tesouro Direto

"Tenho acompanhado seus comentários indicando que este não é um bom momento pra investir nos papeis mais longos do tesouro direto por causa de um provável aumento na taxa Selic e consequentemente da desvalorização desses papeis. Sabendo que o tesouro direto tem rendimento garantido no determinado prazo, pessoas como eu que utilizam desse investimento exclusivamente como forma de complementar os planos de aposentadoria, não tendo nenhuma intenção de resgatar os títulos antes do prazo, devem também mudar de investimento? Percebi inclusive que os juros pagos pelo governo nos títulos de longo prazo subiram um pouco nesse ultimo mês."

Resposta:

É ótimo que você pense desse jeito, os investidores mais equilibrados estão comemorando a queda no valor de mercado de papeis de prazo mais longos no tesouro direto. quando os preços desses papeis caem a rentabilidade aumenta, quem ainda é jovem e deseja aplicar lentamente esta diante de melhores taxas de rendimento todo dia durante esta temporada de provável alta na taxa Selic. mas esse tipo de aplicador não pode se incomodar com os valores negativos que o extrato do tesouro direto vai mostrar. o tesouro *marca mercado nesses papeis* (não entendi direito) ou seja ele da o valor de mercado do seus investimentos no dia-a-dia e isso geralmente acaba aborrecendo aquele investidor mais conservador, esse investidor que não consegue suportar bem as perdas de curto prazo deve pensar em não colocar dinheiro novo nos papeis do tesouro direto, os papeis mais longos do tesouro direto nos próximos meses. esse investidor mais conservador deve preferir aplicar em LFT’s La no próprio tesouro direto ou então em LCI ou LCA ou fundos DI num banco de primeira linha. ele vai ganhar pouco nessas aplicações mais conservadoras mas daqui alguns meses quando essa temporada de alta na parcelic terminar ele vai poder sacar o dinheiro das aplicações de curto prazo e comprar aqueles papeis de longo prazo * como as notas do tesouro nacional* com preços bem mais baixos. Resumindo, quem tem disciplina deve continuar aplicando nos papeis de longo prazo devagar, gradualmente, sem dar bola para as oscilações. Mas quem sofre demais com isso deve vender uma parte dos seus papeis de longo prazo ou pelo menos parar de fazer novas aplicações nesse período de possível alta na taxa Selic.

Por Mauro Halfeld/CBN

Fuja dos riscos, invista seu dinheiro em Renda Fixa

O mercado financeiro internacional tem dois novos motivos para se preocupar, os resultados das eleições na Itália demonstraram que o povo italiano não acredita mais naquela receita de austeridade a qualquer custo para tirar o país da crise. Politicamente divida, a Itália pode ficar ingovernável pelo penos pelos próximos meses, isso então causa uma enorme apreensão no resto da Europa.

Nos Estados Unidos a discussão é também em torno de dívida pública e de possível corte nos gastos públicos. Se republicanos e democratas não se acertarem nas próximas horas. Isso faz o mercado de ações e tudo que tiver a ver com risco, sofrer muito.

No Brasil nós também estamos na temporada de notícias ruins, juros apontando pra cima, desequilibrios na balança comercial, preços das commodities caindo. Tudo gera um certo cansaço em praticamente todo setor da economia.

O que fazer com seu dinheiro? Confesso que faz muito tempo que eu não vejo uma temporada com tão raras oportunidades para se investir, quase tudo parece caro, ações, títulos públicos e imóveis. O que ainda está barato, não tem animado ninguém por falta de perspectiva pelo menos de curto prazo. Temos na segunda lista, na lista de coisas baratas, o dólar, as ações da Petrobras e também ações de empresas de eletrecidade. Tudo está barato, mais só serve para visionários investidores de longo prazo. Diante disso, por absoluta falta de melhores opções suriro manter a maior parte do dinheiro fora do risco. Renda fixa tem rendido pouco, mais é a melhor forma de não perder e isso pode ser importante neste ano de 2013.

Recomendações de Mauro Halfeld/Rádio CBN 

5 motivos para investir nos Fundos de Ações

Existem diversas maneiras de investir em renda variável e tentar aproveitar a valorização do preço das ações. Entre elas, o investidor pode adquirir diretamente o papel – e se responsabilizar pelas transações de compra e venda - ou então delegar esta função para um gestor profissional, por meio de um fundo de investimento, por exemplo.

Mas, se o fundo de investimento cobra taxa de administração, quais são as vantagens de investir em renda variável desta maneira? Confira os motivos listados pelo especialista em finanças pessoais da MoneyFit, André Massaro.

1- Diversificação
O primeiro motivo para o pequeno investidor optar por um fundo de ações é a dificuldade para montar um portfólio de ações adequadamente diversificado. “Um lote padrão de ações costuma custar na casa de milhares de reais, e um investidor cujos recursos não sejam da ordem da dezena de milhares de reais não conseguirá uma boa diversificação”, diz Massaro.

Já quando compra a cota de um fundo, o investidor passa a ganhar com a valorização de todos os papéis que fazem parte do portfólio.

2- Experiência do gestor
Outro ponto importante é o fato dos fundos de investimento serem administrados por gestores profissionais credenciados pela CVM (Comissão de Valores Mobiliários). "Além disso, esses gestores trabalham com o apoio de toda uma estrutura de pesquisas e análises financeiras/econômicas que as instituições financeiras mantêm", enfatiza o especialista.

3- Acessibilidade
A acessibilidade é outro bom motivo para que o pequeno investidor opte pelos fundos de ações. "Alguns fundos de investimento em ações são extremamente acessíveis, permitindo ao pequeno investidor se expor ao mercado de renda variável com valores bem baixos, a partir de R$ 100", diz.

4 – Comodidade
A comodidade também pesa a favor nos fundos na hora de investir em ações. "Quem investe diretamente na bolsa precisa tomar uma série de atitudes, como colocar ordens de compra e venda, controlar notas de corretagem, custódia etc", lembra o especialista.

5 – Segurança
Por fim, a segurança é o último motivo apontado por Massaro para que o investidor aplique em ações por meio de fundos. "Os fundos de investimento são muito seguros e, aqui no Brasil, operam com regras bastante rígidas. Eles são fiscalizados pela CVM e "vigiados de perto" por instituições como a Anbima (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais).




Publicada em 19/04/2012 às 20:46 - São Paulo - Redação InfoMoney