Fuja dos riscos, invista seu dinheiro em Renda Fixa

O mercado financeiro internacional tem dois novos motivos para se preocupar, os resultados das eleições na Itália demonstraram que o povo italiano não acredita mais naquela receita de austeridade a qualquer custo para tirar o país da crise. Politicamente divida, a Itália pode ficar ingovernável pelo penos pelos próximos meses, isso então causa uma enorme apreensão no resto da Europa.

Nos Estados Unidos a discussão é também em torno de dívida pública e de possível corte nos gastos públicos. Se republicanos e democratas não se acertarem nas próximas horas. Isso faz o mercado de ações e tudo que tiver a ver com risco, sofrer muito.

No Brasil nós também estamos na temporada de notícias ruins, juros apontando pra cima, desequilibrios na balança comercial, preços das commodities caindo. Tudo gera um certo cansaço em praticamente todo setor da economia.

O que fazer com seu dinheiro? Confesso que faz muito tempo que eu não vejo uma temporada com tão raras oportunidades para se investir, quase tudo parece caro, ações, títulos públicos e imóveis. O que ainda está barato, não tem animado ninguém por falta de perspectiva pelo menos de curto prazo. Temos na segunda lista, na lista de coisas baratas, o dólar, as ações da Petrobras e também ações de empresas de eletrecidade. Tudo está barato, mais só serve para visionários investidores de longo prazo. Diante disso, por absoluta falta de melhores opções suriro manter a maior parte do dinheiro fora do risco. Renda fixa tem rendido pouco, mais é a melhor forma de não perder e isso pode ser importante neste ano de 2013.

Recomendações de Mauro Halfeld/Rádio CBN 

5 motivos para investir nos Fundos de Ações

Existem diversas maneiras de investir em renda variável e tentar aproveitar a valorização do preço das ações. Entre elas, o investidor pode adquirir diretamente o papel – e se responsabilizar pelas transações de compra e venda - ou então delegar esta função para um gestor profissional, por meio de um fundo de investimento, por exemplo.

Mas, se o fundo de investimento cobra taxa de administração, quais são as vantagens de investir em renda variável desta maneira? Confira os motivos listados pelo especialista em finanças pessoais da MoneyFit, André Massaro.

1- Diversificação
O primeiro motivo para o pequeno investidor optar por um fundo de ações é a dificuldade para montar um portfólio de ações adequadamente diversificado. “Um lote padrão de ações costuma custar na casa de milhares de reais, e um investidor cujos recursos não sejam da ordem da dezena de milhares de reais não conseguirá uma boa diversificação”, diz Massaro.

Já quando compra a cota de um fundo, o investidor passa a ganhar com a valorização de todos os papéis que fazem parte do portfólio.

2- Experiência do gestor
Outro ponto importante é o fato dos fundos de investimento serem administrados por gestores profissionais credenciados pela CVM (Comissão de Valores Mobiliários). "Além disso, esses gestores trabalham com o apoio de toda uma estrutura de pesquisas e análises financeiras/econômicas que as instituições financeiras mantêm", enfatiza o especialista.

3- Acessibilidade
A acessibilidade é outro bom motivo para que o pequeno investidor opte pelos fundos de ações. "Alguns fundos de investimento em ações são extremamente acessíveis, permitindo ao pequeno investidor se expor ao mercado de renda variável com valores bem baixos, a partir de R$ 100", diz.

4 – Comodidade
A comodidade também pesa a favor nos fundos na hora de investir em ações. "Quem investe diretamente na bolsa precisa tomar uma série de atitudes, como colocar ordens de compra e venda, controlar notas de corretagem, custódia etc", lembra o especialista.

5 – Segurança
Por fim, a segurança é o último motivo apontado por Massaro para que o investidor aplique em ações por meio de fundos. "Os fundos de investimento são muito seguros e, aqui no Brasil, operam com regras bastante rígidas. Eles são fiscalizados pela CVM e "vigiados de perto" por instituições como a Anbima (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais).




Publicada em 19/04/2012 às 20:46 - São Paulo - Redação InfoMoney